domingo, 27 de novembro de 2022

Dona de casa se contribuir com 5% para o INSS dá direito à aposentadoria? Veja


 
Foto: Reprodução
O direito à aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é um tema que deixa muitos brasileiros em dúvida. Somente aqueles que trabalham com uma licença assinada recebem juros? Só para você saber, não. A dona de casa também tem direito a se aposentar contribuindo com 5% para o INSS.

O valor depende do salário-mínimo. As pessoas de baixa renda podem se beneficiar da contribuição reduzida, desde que comprovem sua situação financeira. É necessário que a renda familiar mensal atinja dois salários-mínimos. Há também a exigência de inscrição no cadastro individual (CadÚnico).

Contribuição de 5% para o INSS dá direito à aposentadoria

O percentual de 5% para quem contribui com o INSS para a aposentadoria representa um valor mensal de R$ 60. Assim, quem atende aos critérios pode garantir a contribuição sem depender da carteira assinada, garantindo a aposentadoria.

Para o INSS, a dona de casa entra na categoria de contribuintes facultativos. Ou seja, quando uma pessoa não é obrigada a contribuir para a previdência social, mas ainda decide pagar para ter direito a benefícios como a aposentadoria.

Ao contribuir com 5% para o INSS, a dona de casa garante benefícios do INSS, como a aposentadoria. Você precisa prestar atenção às regras, como a idade mínima. Em 2023, por exemplo, serão 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens. Em relação ao tempo de contribuição, para eles é de 15 anos e para os homens é de 20 anos.

Para pagar a contribuição mensal, é preciso preencher o Guia da Previdência Social (GPS). O segurado deve verificar todos os detalhes do documento, que estão disponíveis no site da Receita Federal. Lembre-se que o pagamento do guia deve ser feito até o dia 15 de cada mês.

Além da dona de casa, outros trabalhadores solteiros e contribuintes individuais e locais que não estão em circunstâncias de baixa renda contribuem em várias proporções, como 7,5%, 9%, 12% ou 14% do salário-mínimo.

Com informações do site: REDEBRASILNEWS

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