terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Governo libera data de pagamento do auxílio emergencial para quem fez contestação


 
Foto: Reprodução

O Governo Federal pagará uma parcela extra do auxílio emergencial em dezembro deste ano. Mas se engana quem pensa que o pagamento será geral, pois terá direito somente os beneficiários que foram excluídos no programa enquanto esperavam pela sétima e última parcela, mas fizeram a contestação a tempo. 

De acordo com informações da Secretaria Nacional do Cadastro Único (SECAD), o Ministério da Cidadania analisou cerca de 20.199 cadastrados de cidadãos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). Deste total, 11.279 foram considerados aptos a receberem todas as sete parcelas do auxílio emergencial, ou seja, as retroativas.  

Essas pessoas receberão valores entre R$ 150, R$ 250 e R$ 375, de acordo com o respectivo perfil mencionado durante a inscrição inicial no programa ainda em 2020. Os valores começarão a ser pagos a partir do dia 3 de dezembro, embora um calendário oficial para tal liberação não tenha sido divulgado. 

A recomendação é para que esses beneficiários verifiquem se algum depósito foi efetuado na conta poupança social digital do Caixa Tem a partir da data mencionada. Assim que o auxílio emergencial estiver em conta, o cidadão poderá decidir como deseja usá-lo.

Lembrando que pela plataforma é possível utilizar uma série de serviços e ferramentas equivalentes a de uma conta corrente normal, mas com a diferença de que nenhuma taxa de uso é cobrada.

Quem ainda estiver na dúvida sobre o recebimento deste lote extra que esteve em análise durante o mês de novembro, poderá fazer a consulta de elegibilidade. Basta acessar o site: consultaauxilio.cidadania.gov.br//consulta/#/. No portal, será necessário fornecer o número do CPF para obter as informações necessárias.

É importante destacar que, efetuado o pagamento deste lote extra proveniente da contestação, nenhum outro processamento relacionado ao auxílio emergencial será liberado.

Este ano, o auxílio emergencial pagou sete parcelas entre abril a outubro, cujas três últimas foram resultado de uma prorrogação deliberada pelo Governo Federal. 

Embora tenham havido rumores sobre uma possível extensão do auxílio emergencial até 2022, ao que tudo indica, não passa de uma investida sem sucesso.

Isso porque, o Governo Federal já enfrenta problemas com a aquisição de verba necessária para custear integralmente a proposta feita por meio do Auxílio Brasil. 

Diante da dificuldade de abrir um espaço no Orçamento, dificilmente haverá recursos extras para além do Auxílio Brasil. Enquanto isso, os cidadãos que antes eram contemplados pelo auxílio emergencial, mas que ficaram de fora da primeira parcela da nova transferência de renda podem tentar a inclusão assim que a ampliação para 2,4 milhões de novas famílias for colocada em prática. 


Com informações do site:  fdr