quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Pix completa um ano e se aproxima do cartão de débito. Veja as novidades


Foto: Reprodução
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O Pix completa um ano de funcionamento nesta terça-feira, 16, com resultados acima das expectativas. Após três meses de funcionamento, o sistema de pagamento instantâneos do Banco Central (BC) superou a quantidade de TEDs e DOCs feitos no país, únicas opções de transferências existentes até então.
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Depois de cinco meses de operação, o sistema gratuito de transferências ultrapassou a quantidade de TEDs, DOCs, boletos e cheques emitidos no país. Até que, no mês passado, atingiu 1,2 bilhão de transações.
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É o que mostrou o diretor do BC João Manoel Pinho de Mello em evento realizado pela ABFintechs nesta terça. "O volume de transações do Pix já ultrapassou as do cartão pré-pago e já chega perto das transações feitas com cartão de débito no país."

Já são 348,1 milhões de chaves Pix cadastradas, e o volume não para de crescer com o tempo. Mais de 104 milhões de brasileiros já usaram o Pix, o que corresponde a 62% da população adulta, comentou o diretor do BC.

"O Pix cresce em todas as faixas de renda, mas cresce 2,5 vezes mais na baixa renda. Do total de transações, 25% são de até 15 reais, e 60% abaixo de 100 reais. No cartão de crédito, a transação típica é de em média 130 reais."
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Entre as empresas, 7 milhões já receberam ou fizeram Pix, número que representa quase 55% das empresas que têm relacionamento com o sistema financeiro nacional. "Do total de transações, 16% já são pagas por empresas".

Em seu primeiro ano de vida, o sistema de pagamentos instantâneos já superou a adoção do sistema no Chile, que realiza nove transações por habitante. No Brasil, já são mais de 30 transações por habitante.
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Em números absolutos, apenas dois países usam mais transações instantâneas do que o Brasil: Dinamarca e Suécia, dois escandinavos que já adotaram o sistema há cinco e sete anos, respectivamente.
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Aumento da competição
Uma das premissas do sistema de pagamento instantâneo era aumentar a competição entre bancos e fintechs. Após um ano em operação, é possível verificar que o pagamento instantâneo tornou o sistema financeiro mais diverso, apesar de ainda estar longe de tirar o pódio dos bancos.
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Quando se olha a quantidade de transações, enquanto os bancos detêm 68,1% do total de operações nos cartões pré-pago e de débito, no Pix essa participação é reduzida para 61,4%. Já quando se analisa o volume financeiro, enquanto os bancos detêm 87% do valor total das operações nos cartões pré-pago e de débito, ela é reduzida para 75,7% no Pix.
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"O mercado é mais fragmentado e menos concentrado no Pix. E isso auxilia a competição porque, quando o usuário utiliza o Pix no app da fintech, tem a possibilidade de adquirir mais produtos, como crédito", diz Pinho de Mello, do BC.

Desde o lançamento do sistema, mais de 87 instituições financeiras, entre bancos, fintechs e cooperativas de crédito, já adotaram o Pix. De saída, 762 instituições financeiras aderiram ao pagamento instantâneo.

"Ou seja, quase a totalidade de contas transacionais no país já aderiu ao sistema. Em outros sistemas pelo mundo, o usuário precisa ser cliente da mesma plataforma para fazer um Pix. No Brasil, não. Isso torna o sistema muito competitivo", diz Manoel, do BC.

Com informações do site: invest.exame