sábado, 9 de outubro de 2021

Nova prorrogação do Auxílio Emergencial por mais 6 meses


 


Foto: Reprodução

O auxílio emergencial, que até então deve acabar este mês pode ganhar uma nova prorrogação de até seis meses
Com a chegada de outubro e a previsão de encerramento do Auxílio Emergencial neste mês, membros do governo, começam a articular uma nova prorrogação do benefício devido aos impactos da pandemia da Covid-19, bem como para não impactar os beneficiários com o corte repentino da renda extra decorrente do programa emergencial.

Nova prorrogação de seis meses
Segundo apurado pelo portal Notícias Concursos, membros do Governo estão inclinados em realizar uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial por seis meses, assim, o benefício poderá ser pago até abril de 2022.

Parte da equipe do governo do presidente, Jair Bolsonaro é a favor da nova prorrogação do benefício que encontra resistências do Ministério da Economia, que até então se posicionam contra uma nova prorrogação.

Contudo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deu uma recente declaração enfatizando a possibilidade da nova prorrogação do benefício.

“Estamos confiantes que o Brasil segue na trajetória do crescimento. O ministro Tarcísio (de Freitas, da Infraestrutura) vai vender mais 22 aeroportos, o ministro (Rogério) Marinho (do Desenvolvimento Regional) vai terminar as obras não concluídas, e o ministro João Roma (Cidadania) vai estender o auxílio emergencial. Então, somos um time remando pelo Brasil”, declarou Guedes.

No entanto, logo após a declaração de Guedes, o Ministério da Economia enviou uma nota alegando que Paulo Guedes fez uma confusão em sua declaração e o mesmo se referia ao novo Auxílio Brasil que substituirá o Bolsa Família e não ao Auxílio Emergencial.

A projeção de parlamentares que apoiam a nova extensão do programa, é realizar um pagamento progressivo até abril, ou seja, realizar uma nova prorrogação com o atual valor e com o passar de cada parcela ir reduzindo gradualmente o benefício de modo a evitar um corte inesperado na renda dos beneficiários.

Com informações do site: deolhonews