sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Próximo do fim do auxílio emergencial, governos estaduais têm reforçado Novo auxílio de R$ 150 para população carente.


 
Foto: Reprodução

Novo benefício será concedido a população vulnerável amazonense. O governo do estado vai contemplar cerca de 300 mil famílias com uma mensalidade fixa de R$ 150. A medida faz parte do plano de contenção aos efeitos da pandemia do coronavírus.


Com a proximidade do fim do auxílio emergencial, governos estaduais têm reforçado seus quadros de políticas públicas. O governador do Amazonas, Wilson Lima, informou que um novo programa será lançado em novembro para as famílias carentes da região. A iniciativa terá um investimento de R$ 450 bilhões.

Novo auxílio do Amazonas

Tendo em vista que a região é uma das mais afetadas pela Covid-19, o governo do estado estará beneficiando cerca de 158 mil famílias na capital Manaus e outras 142 mil no interior. O auxílio será no valor de R$ 150, e só será concedido para quem possui inscrição no Cadastro Único e comprove não ter renda fixa.

Os pagamentos devem ser iniciados em 1º de novembro, visto que a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) já aprovou a proposta. Serão distribuídos cartões magnéticos para a utilização exclusiva em estabelecimentos credenciados.

“As famílias em vulnerabilidade social foram as mais prejudicadas durante a pandemia e necessitam de um reforço para recomeçar. Estamos lançando um programa totalmente voltado para as pessoas em situação de vulnerabilidade e esse pagamento inicia logo no dia 1º de novembro. A proposta é aquecer a economia”, disse o governador.

De acordo com a Secretaria de Assistência Social (Seas), atualmente o estado possui cerca de 400 mil famílias enquadradas nos critérios de elegibilidade do programa, sendo elas pobres e extremamente pobres.

Entre elas, há núcleos monoparentais chefiados por mulheres provedoras de renda, famílias possuem como integrantes pessoas com deficiência e idosos, além de cidadãos que recebem apenas meio salário-mínimo mensalmente.

Com informações do site: REDE BRASIL