sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Open Banking: 5 Vantagens Que Vão Revolucionar O Sistema Financeiro No Brasil


 
Foto: Reprodução

Depois das transformações proporcionadas pelo Pix sobre a maneira que efetuamos pagamentos e transferências, agora o Open Banking é a novidade regularizada pelo Banco Central do Brasil que promete seguir no foco da inovação e desburocratização do sistema financeiro. O sistema está em fase de implementação, que ocorrerá até o final de 2021 e chega para padronizar o compartilhamento de dados sobre os usuários entre as instituições financeiras.

O Open Banking representa um novo modelo de negócio que pretende, através do compartilhamento de informações sobre os clientes, promover maior competitividade entre as instituições financeiras que precisarão se adaptar e oferecer melhores produtos e serviços financeiros. Ainda tá com dúvida sobre o que é o Open Banking? Listamos 5 vantagens para você conhecer e entender melhor sobre a novidade financeira:

Autonomia sobre os dados bancários
Transparência
Portabilidade entre instituições
Menores taxas e tarifas
Facilidade na busca por condições mais vantajosas
Autonomia sobre os dados bancários

Certamente uma das grandes vantagens do Open Banking é a maior autonomia dos clientes sobre seus dados bancários. Hoje, os dados de um correntista pertencem somente a instituição financeira a qual ele é atrelado. A implementação do Open Banking tem como premissa que os dados cadastrais e bancários – transferências, extratos, histórico de acesso a crédito – não serão mais exclusivos dos bancos, proporcionando autonomia ao cliente sobre o que fazer com eles, como autorizar o compartilhamento dessas informações para outras instituições financeiras que possam oferecer melhores condições e serviços.

É importante reforçar que o compartilhamento de dados só ocorre mediante autorização.

Transparência

O Open Banking, assim como o Pix, será operacionalizado no ambiente 100% digital o que garante a transparência de todo o procedimento que será feito de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP). A ideia de compartilhar dados pessoais e bancários pode assustar alguns, mas esse compartilhamento só ocorre mediante um processo de três etapas: consentimento, autenticação e confirmação. Os dados compartilhados poderão ser visualizados pelos usuários para que possam ter o controle de quais informações foram cedidas e para qual finalidade.

Portabilidade entre instituições

Mudar de banco e abrir uma conta nova pode ser um processo burocrático. Além de burocrático, todas as informações como acesso a crédito e histórico de transações não são disponibilizados, precisando o cliente começar do zero na nova instituição financeira. Com a chegada do Open Banking, a promessa é que a portabilidade entre instituições seja mais rápida e eficiente. Com o compartilhamento de dados entre as instituições, estes ficaram concentrados em uma plataforma, o que facilitará tanto para a instituição financeira quanto para o cliente o processo de portabilidade.

Menores taxas e tarifas

Com o aumento da concorrência entre os bancos para atrair cada vez mais usuários que agora estarão com maior autonomia para escolher uma instituição financeira, serviço ou produto, é esperado que as taxas e tarifas bancárias reduzam ainda mais. Não restará muita opção aos bancos senão ir pelo caminho de oferecer preços mais competitivos aos clientes.

Facilidade na busca por condições mais vantajosas

Com a possibilidade de escolher quais dados serão compartilhados com o mercado, isso facilitará tanto as empresas quanto o consumidor na oferta e procura de condições mais vantajosas para empréstimos, por exemplo. Isso ocorrerá porque o Open Banking reunirá todos os dados necessários, o que resultará em uma personalização avançada das necessidades do cliente, seja pessoa física ou jurídica que esteja precisando de um empréstimo.

Com informações do site: Diario Informativo BR