terça-feira, 3 de agosto de 2021

Auxílio emergencial será pago até 2022? Bolsonaro cria possibilidades!


 


Foto: Reprodução
Auxílio emergencial poderá ser mantido em 2022. Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou sobre a possibilidade de estender o programa de transferência de renda ao longo do próximo ano. De acordo com ele, a proposta vem sendo debatida pela equipe econômica e dependerá do andamento da pandemia.

Após passar meses negando a concessão do auxílio emergencial, aplicando cortes de cerca de 50% nas mensalidades do projeto e reduzir o número de beneficiários, Bolsonaro se mostrou a favor de sua permanência em 2022.

Segundo o presidente, a pauta vem sendo estudada por sua equipe e será mantida caso necessário.

Bolsonaro demonstra atenção com os mais pobres
Tendo em vista as eleições de 2022, o atual chefe de estado vem reformulando sua agenda para estreitar laços com o eleitorado em situação de vulnerabilidade.

Além de anunciar mudanças e injeções financeiras no Bolsa Família, agora o parlamentar defende a permanência do auxílio como uma questão de prioridade.

Somente no ano passado, nós gastamos em torno de R$ 300 bilhões com o auxílio emergencial. Isso equivale a mais de 10 anos de Bolsa Família. Neste ano, demos mais quatro meses de auxílio. A gente espera que, com o término da vacina, com a questão da pandemia sendo dissipada, não seja mais preciso isso. Mas, se porventura continuar, nós manteremos o auxílio emergencial”, disse o presidente, em entrevista à Rádio Rock, em São Paulo.

Ele explicou que antes de uma nova concessão pelo auxílio, vem focando no desenvolvimento do Bolsa Família. A versão turbinada do projeto contará com um aporte financeiro extra de R$ 30 bilhões, sob a expectativa de beneficiar cerca de 17 milhões de famílias.

“A economia está voltando agora. Em junho, houve a criação de mais 309 mil empregos. A economia formal está indo bem, mas a informal ainda não. Mas a questão do auxílio emergencial e do Bolsa Família temos que, realmente, pensar nisso. Gastar dinheiro nisso ou se endividar, que é a palavra mais correta, para atender aos mais necessitados até que a economia volte a sua normalidade”, destacou.

Segundo a agenda do governo federal, o novo Bolsa Família será implementado a partir de novembro deste ano.


Com informações do site: Rádio Rock/São Paulo