domingo, 18 de julho de 2021

Entenda como ficou Novo cálculo de score do Serasa


 
(Photo by @pressfoto / freepik)
O Serasa está oferecendo uma novidade para as pessoas melhorarem sua pontuação, trata-se do Score 2.0, que prioriza informações do Cadastro Positivo, que mostra a pessoa que paga suas contas em dia, como também financiamentos ou cartões de crédito, diminuindo o peso histórico de dívidas.

O Score Serasa era utilizado desde 2017 para fazer uma avaliação do risco de crédito de uma pessoa, uma espécie de avaliação da vida financeira da sua vida.

Agora, o Score 2.0 vai poder auxiliar os brasileiros a conseguirem crédito de foma bem mais simples. Isso significa que as informações do Cadastro Positivo, que indicam como a pessoa está pagando suas contas, financiamentos e cartão de crédito, terão um peso muito maior do que as dívidas.

Quem tiver uma pontuação acima de 701, vai ser considerado “muito bom” pagador. Antes para você atingir a classificação precisaria um score correspondente a 800 pontos.

O score vai continuar de zero a mil, seguindo os moldes de risco. Sendo assim, quem alcançar uma pontuação perto de mil vai ser considerado “bom pagador”, ou seja, quem sempre paga suas contas em dia. No entanto, aqueles cujo score é mais perto de zero, maior será o risco de crédito que ele apresentará.

Confira a seguir o que mudou com o Score 2.0

Classificação do score para pessoa física

Faixa de Score Score 1.0   Score 2.0 
Muito bom        800-1000   701-1000
Bom                600-800    501-700
Regular                400-600     301-500
Baixo                0-400    0-300

Relevância dos critérios de cálculo do Serasa

Critérios de cálculo                                                                                 Score 1.0      Score 2.0

Dados positivos (cartão de crédito, consórcio, consignado, empréstimos e financiamentos) comportamentos de pagamento, tempo dos contratos e tipos de contratos 26%       72%

Informações de dívidas, histórico de regularização e em aberto                  57% 19%

Consultas para novos contratos de serviço ou crédito                                  17% 19%

Com informações do site: JORNAL CONTABIL