segunda-feira, 31 de maio de 2021

Regras e revisões da pensão por morte do INSS foram alterados; quem será afetado?


 
Foto: Reprodução
Após a reforma da previdência a solicitação de muitos benefícios por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sofreram mudanças. Mas, na última semana, um decreto alterou mais uma vez a pensão por morte.

Aqueles que solicitarem o benefício devem ficar atentos ao valor concedido para o segurado a partir da revisão de seu salário.

Isso significa que, mesmo com uma quantia fixada por mês, a família passa a ter direito de solicitar uma nova análise para verificar se tem o direito à reajustes.

Antes, a pessoa que recebia os pagamentos podia dar entrada na revisão do benefício original, ou seja, a aposentadoria do falecido. Porém, apenas ele tinha direito as diferenças com base no salário liberado anterior ao óbito.

Quem pode receber a pensão por morte 
De acordo com o artigo 16 da  Lei de Planos e Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/91) define aqueles que são considerados dependentes do segurado:

I) o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave;
II) os pais; 
III) o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave.

Como solicitar a pensão por morte?

Acesse o site meu.inss.gov.br
Se tiver senha, clique em Entrar; se ainda não tiver senha é preciso se cadastrar;
Na tela inicial, abaixo do seu nome, busque por “pensão” e clique na opção Pensão por Morte Urbana ou Pensão por Morte Rural;
O sistema pede para você atualizar os dados do seu cadastro, atualize e clique em AVANÇAR;
Agora, o sistema informa algumas regras, clique em Continuar;
Nesse momento, você deve confirmar seus dados para contato, preencher todas as informações e anexar os documentos.
Quais documentos para comprovar a qualidade do dependente?
cônjuge ou companheiro (a): comprovar o relacionamento com a certidão de casamento ou de união estável, na data em que o segurado faleceu;
filhos e equiparados: até 21 anos, exceto se for inválido ou com deficiência, devem apresentar RG e certidão de nascimento;
os pais: devem apresentar todos os documentos que possam comprovar a dependência econômica, como extratos do banco, pagamento de contas, etc.
para os irmãos: comprovar dependência econômica e idade de até 21 anos, exceto se for inválido ou com deficiência.


Com informações do site: FDR