domingo, 9 de maio de 2021

Prorrogação do Auxilio Emergencial será até novembro de 2021? Entenda!


 
Foto: Reprodução
O Congresso Nacional está sendo cogitada a possibilidade de uma prorrogação do auxílio emergencial. A ideia é que o pagamento de estenda até o mês de novembro. O Governo Federal já informou que há recursos separados, caso seja necessário.

O auxílio emergencial foi criado no ano passado, devido à pandemia de Covid-19 e os impactos econômicos gerados por ela. Após nove meses de pagamento, o programa chegou ao fim em dezembro de 2020.

Com o aumento de casos e mortes por Coronavírus, os parlamentares fizeram pressão para que o governo voltasse a pagar o benefício. Com isso, as novas rodada de pagamentos foi liberada no mês de abril.

A ideia do Governo Federal, junto com o Ministério da Cidadania e Economia, é que o pagamento seja de quatro parcelas. Com isso, o auxílio emergencial está previsto para acabar no mês de julho.

Após essa data, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), já anunciou que o Bolsa Família será ampliado. A ideia é que a média paga para as 14,6 milhões de famílias contempladas passe de R$ 192 para R$ 250.

Com isso, esses beneficiados não irão sentir o fim do auxílio emergencial, já que a média atual paga é de R$ 250. Porém, é importante lembrar que dos mais de 40 milhões de pessoas que estão recebendo o auxílio 2021, apenas 10 milhões fazem parte do Bolsa Família.

Dessa maneira, mais de 30 milhões ficará sem recursos ou ajuda para enfrentar a pandemia. Diante disso, o Congresso Nacional começou a cogitar a possibilidade de uma prorrogação de quatro meses.

O ministro da Economia, Paulo Guedes admitiu que há a possibilidade de haver uma prorrogação por mais alguns meses, caso haja a necessidade. Porém, declarou que o auxílio emergencial precisa ser substituído por programa de transferência de renda reforçado.

Em contrapartida, a prorrogação do auxílio ganha mais força entre os parlamentares e a sociedade, devido à demora na vacinação contra Covid no país. O presidente sofre pressão por todos os lados por causa do atraso na chegada de vacinas.

A falta de doses fez com que 18 cidades parassem ontem, quinta-feira (6), a aplicação das vacinas. Apenas duas dessas, Belo Horizonte e Porto Alegre, estavam com problemas apenas na aplicação da 2ª dose dos imunizantes.

Com informações do site: Rede Brasil News