sábado, 10 de abril de 2021

Vejas as melhores linhas de crédito disponíveis para Micro, Pequenas e Médias empresas durante a pandemia


 
Foto: Reprodução
Desde o início da pandemia, a quantidade de crédito disponível no mercado não acompanha o avanço da doença. A maior parte dos recursos federais destinados ao enfrentamento da pandemia foi encerrada em 31 de dezembro de 2020, embora tenha sido discutido seu retorno. Hoje, as possibilidades estão no crédito de programas estatais ou em linhas privadas.

O Programa de Apoio às Microempresas e Pequenas Empresas (Pronampe) foi a principal linha de crédito fornecida pelo governo federal para ajudar micro e pequenas empresas durante a pandemia do novo coronavírus. Bancos emprestam dinheiro a empreendedores com fundos de um fundo público como garantia.

Foram concedidos R$ 37 bilhões em crédito, e a linha foi utilizada por quase 520 mil micro e pequenos empreendedores em 2020. As empresas beneficiadas se comprometeram a preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

Como funciona

Originalmente, o Pronampe permitia ao empreendedor assumir até 30% de seu faturamento anual em empréstimos, com taxa de juros de Selic máxima + 1,25%; período de pagamento de 36 meses; e período de carência de até oito meses.

Vale ressaltar que, em março de 2021, o Ministério da Economia informou que os bancos poderão prorrogar o prazo de carência de pagamento do programa de oito para 11 meses. As instituições que desejam ampliar a falta da linha Pronampe devem procurar as instituições financeiras com as quais assinaram os contratos de crédito. 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionou a possibilidade de tornar o Pronampe um programa permanente. O Congresso Nacional ainda busca espaço no Orçamento para abastecer o programa. A ideia é trabalhar com o Fundo de Garantia do Investimento (FGI) para que haja mais R$ 2 bilhões para as micro e pequenas empresas.

De acordo com o projeto, as entidades financeiras poderão emprestar dinheiro com uma taxa de juros anual igual à Selic (a taxa básica de juros) mais até 6% ao ano. A taxa de juros é maior do que a vista em 2020, quando o aumento da Selic foi de 1,5%. Esse aumento da taxa de juros foi definido para atrair os bancos para a nova rodada.

Outras linhas de crédito disponíveis

Para o empreendedor que está precisando de reestruturação do crédito, o Santander este mês, está oferecendo até 150 dias para pagar a primeira parcela. o

Outra opção é a renegociação em até 120 vezes, com prazo de carência de 60 dias para pagamento da primeira parcela, além da opção de renegociação fluída irregularmente, na qual as primeiras parcelas são inferiores às demais parcelas de fluxo – mas os primeiros seis meses precisam contabilizar o pagamento de 3% do saldo negociado.

O Santander também oferece uma linha de capital de giro com um período de carência de três meses para pagamento da primeira parcela, e até 36 meses de prazo total de financiamento. Para o proprietário de um pequeno negócio físico, como loja, franquia ou restaurante fechado pela pandemia, há a linha de crédito em que o cliente dá um imóvel como garantia. O prazo de pagamento é de até 20 anos, com juros de 1% ao mês.

O Itaú Unibanco também mostra suas linhas de crédito. A linha de capital de giro tem um período de carência de cinco meses e uma prazo de pagamento de até 60 meses. Por outro lado, a antecipação dos pagamentos no cartão de crédito não tem carência e o período de antecipação no cartão de crédito varia de cinco a 360 dias.

Com informações do site: Rede Brasil News