domingo, 11 de abril de 2021

Prazo para contestar o novo Auxílio Emergencial negado termina segunda-feira, 12 ; Confira a matéria.


 
Foto: Reprodução
No feriado de 2 de abril, o Ministério da Cidadania divulgou a consulta à lista de aprovados na nova rodada de pagamentos de auxílio emergencial. Neste ano, serão mais de 40 milhões de brasileiros contemplados com o benefício, cujo valor varia entre R$ 150 e R$ 375, dependendo de cada família. Os depósitos começaram na última terça-feira, 6.

Se você quiser verificar se os valores estão disponíveis para você, basta acessar os sites do Ministério da Cidadania e Caixa ou entrar em contato pelo 111.

Desafio de decisão
No entanto, se seu nome não estiver na lista de renovação do programa de emergência, você pode contestar a decisão apenas indo para a aba "Concurso".
O prazo para contestar a inelegibilidade termina na próxima terça-feira, 12.

Mas vale lembrar que a Dataprev só aceitará critérios que podem ser contestados, como é o caso dos desatualizados na base de dados.

Quem tem direito a auxílio emergencial 2021?
Para receber auxílio emergencial 2021 é necessário atender aos seguintes critérios:
  • Se você se encaixa como trabalhador informal, desempregado ou microempreendedor individual (MEI);
  • Ser beneficiário do Bolsa Família (escolher a opção mais atrativa entre os benefícios);
  • Ter renda familiar per capita de até 1/2 salário mínimo (R$ 550) e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3,3 mil).

Quem não é elegível para receber auxílio emergencial 2021?
  • Brasileiros menores de 18 anos (exceto mães adolescentes);
  • Cidadãos que não moveram os montantes de auxílio emergencial 2020 e sua extensão;
  • Pessoas que tiveram ajuda emergencial 2020 cancelada;
  • Trabalhadores formais e servidores públicos;
  • Médicos e multiprofissionais;
  • Bolsistas, estágios e afins;
  • Pessoas físicas que recebem benefícios previdenciários, assistenciais ou trabalhistas ou programa federal de transferência de renda (exceto Bolsa Família e Pis/Pasep);
  • Quem está no sistema prisional em regime fechado ou está com CPF vinculado à concessão de auxílio-encarceramento;
  • Aqueles que tiveram renda tributável superior a R$ 28.559,70 em 2019 ou que possuíam bens e direitos acima de R$ 300 mil em 31 de dezembro do ano base.

Com informações do site: redebrasilnews