segunda-feira, 5 de abril de 2021

INSS: Quanto você deve contribuir para a Previdência Social?


 
Foto: Reprodução
Todo cidadão que faz suas contribuições em dia é amparado pelo INSS, seja em caso de doença, acidente, ou até mesmo aposentadoria.

Mas quanto  o segurado deve contribuir para a previdência, para fazer jus aos benefícios? 5%, 11% ou 20 % ? Na matéria de hoje vamos esclarecer esta dúvida.

INSS 

O Instituto Nacional do Seguro Social é de caráter contributivo, são dois tipos de segurados, os obrigatórios e facultativos e os dependentes, no decorrer da nossa matéria vamos explicar em qual porcentagem o segurado deve contribuir. 

O que é segurado facultativo?

O próprio nome já explica,  segurado facultativo é o cidadão que não tem a obrigatoriedade de contribuir para o INSS, com isto ele faz suas contribuições por livre e espontânea vontade.

Os segurados facultativos são: 

O cidadão que deixou de ser segurado obrigatório da Previdência Social; 
Brasileiro que acompanha cônjuge e presta serviço no exterior; 
Estudante; 
Síndico de condomínio, quando não remunerado; 
Dona de casa. 

O que é Segurado obrigatório? 

Já este tipo de segurado são cidadãos que trabalham de carteira assinada registrados pela CLT, exceto servidores públicos e militares vinculados ao Regime Próprio da Previdência Social (RPPS).

Veja os tipos de segurados obrigatórios: 

Empregado;
Trabalhador avulso;
Contribuinte individual. 
Empregado doméstico;
Segurado especial;
Tipos de plano de contribuição 
Plano Normal: Para este plano a alíquota é de 20%, sendo possível ter aposentadorias com um valor bem mais vantajoso. 

Plano simplificado: Para este o segurado irá contribuir com uma alíquota de 11% e 5%, este plano se aplica para os contribuintes individuais, que trabalha por conta própria e não seja prestador de serviço à empresa ou equiparada, e para o facultativo também, que é o cidadão que não exercer atividade. 

Contribuição sobre 5% 

Esta alíquota de 5% é para as famílias de baixa renda, que tenham inscrição no Cadúnico, que exerçam atividade doméstica em sua residência.

Com informações do site: Jornal Contábil