sábado, 3 de abril de 2021

Consulta sobre auxílio emergencial está liberada; pagamentos iniciam na terça (6)


 
Foto: Reprodução
Trabalhadores já podem saber se foram ou não incluídos no auxílio emergencial 2021.  Inicialmente, a previsão do Ministério da Cidadania era de liberar a consulta na quinta (1º), mas ocorreu inconsistência e o sistema só foi liberado nesta sexta-feira (02). Os pagamentos começarão no dia 6 de abril para o público inscrito em 2020 pelas plataformas digitais da Caixa Econômica Federal e para os integrantes do Cadastro Único.

Os sistemas que disponibilizam as informações sobre a elegibilidade podem ser acessados por três canais. Pelo link do Ministério da Cidadania e da Dataprev é possível consultar se foi aprovado. Já no link da Caixa constam informações sobre o pagamento do auxílio.


Trabalhadores informais que entraram no auxílio porque perderam renda devido à pandemia de Covid-19 começarão, portanto, a receber o benefício antes dos integrantes do Bolsa Família, que somente deverão ter a primeira parcela a partir de 16 de abril, conforme o calendário de pagamentos do programa.


Pagamentos 

O pagamento dos valores será como no ano passado. Os depósitos serão realizados na conta-poupança digital da Caixa.

Primeiro, o cidadão poderá movimentar o dinheiro pelo aplicativo Caixa Tem, que permite pagar contas e realizar compras.

Somente “algumas semanas” depois ele poderá fazer o saque do auxílio ou transferência para outra conta, conforme explicou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
A Dataprev (empresa de tecnologia da Previdência) informou ter processado mais de 40 milhões de cadastros para a liberação do primeiro lote de pagamentos.

A atual versão do auxílio emergencial não abriu inscrição para novos beneficiários e reduziu o número de contemplados. No ano passado, aproximadamente 68 milhões de pessoas receberam os pagamentos. Para este ano, o governo prevê atender cerca de 45 milhões de trabalhadores.

Valores 

A nova rodada do auxílio emergencial será paga em 2021 para cerca de 45,6 milhões de beneficiários em quatro parcelas a partir de abril.

O valor básico do benefício será de R$ 250 por família, mas cai para R$ 150 se o beneficiário mora sozinho, e sobe para R$ 375, caso a beneficiária seja uma mãe que, sozinha, é responsável pelo sustento de um filho menor.

Só terá direito ao benefício quem recebia a grana em dezembro de 2020, mas nem todos nesta condição estão garantidos na nova etapa do programa.

Existem outros critérios de elegibilidade. O principal é a renda, pois o benefício somente será destinado a famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, o que representa R$ 550, se considerado o atual salário mínimo de R$ 1.100.

Além disso, a renda mensal total da família não pode superar três salários mínimos, o que significa R$ 3.300, considerando o piso atual.

Com informações do site: Web Newss