quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Trabalhador ou herdeiro pode sacar PIS/Pasep retroativo dos anos 1971 á 1988; Veja como fazer.


 
Foto: Reprodução
Trabalhadores formais e servidores públicos que trabalharam formalmente entre 1971 e 4 de outubro de 1988 podem solicitar a liberação das cotas do PIS/Pasep.

Se eles não estiverem mais vivos, o direito de receber o dinheiro para passar seus herdeiros.

A Caixa Econômica Federal é responsável pela liberação dos valores de quem tem PIS (trabalhador de empresa privada), enquanto o Banco do Brasil está no pasep (servidor público).

Caso o beneficiário já tenha conta na Caixa, o crédito será feito automaticamente, sem necessidade de solicitação. Os pagamentos seguem um calendário definido com antecedência.

Como sacar o subsídio?
Quem tem direito a receber até R$ 3 mil poderá sacar o dinheiro usando o Cartão do Cidadão e senha. O serviço está disponível nas lotéricas, terminais de autoatendimento e representantes da Caixa Aqui.

Mas quem puder sacar mais de R$ 3 mil deve ir a uma agência da Caixa portando documento oficial de identificação com foto para ter acesso ao abono. Cerca de 9,3 milhões de brasileiros ainda não sacaram o abono do PIS/Pasep, segundo dados do banco estatal.

Todos aqueles que trabalharam formalmente até 4 de outubro de 1988 e ainda não retiraram o dinheiro de sua conta individual podem solicitar o abono do PIS/Pasep.

Se você já trabalhou ou trabalhou em uma empresa privada e não tem o Cartão cidadão, vá até a agência do caixa mais próxima de sua casa. Se você possui o cartão e senha, o dinheiro pode ser feito em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes Caixa Aqui.

Cotista falecido
Os herdeiros de um beneficiário que faleceu também poderão sacar as cotas do PIS. Para isso, serão necessários os documentos abaixo:

Certidão ou declaração de sucessores com direito à pensão por morte emitida pelo INSS;
Certificado do órgão patronal (para servidores públicos);
Licença judicial indicando o sucessor/representante legal, informando o PIS do beneficiário;
Carteira de Identidade do sucessor/representante legal
 (se não houver certificado de dependentes qualificados);
Compartilhamento Formal/Escritura Pública de Inventário e Compartilhamento (Judicial ou Extrajudicial).
Termo escrito autorizando a decolagem.

Se todos os herdeiros concordarem, o saque dispensará o inventário, o compartilhamento excessivo ou a autorização judicial. Neste caso, eles apenas assinam um termo autorizando a transação e declarando que não há outros sucessores conhecidos.

Com informações do site: redebrasilnews