quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

ATENÇÃO: Novo auxílio emergencial deve ser anunciado na próxima semana; saiba QUEM foi incluso


 
Foto: Reprodução

Novas parcelas do auxílio emergencial devem ser concedidas após o carnaval. Diante da pressão do Congresso e demais setores políticos, o presidente Jair Bolsonaro deverá manter o coronavoucher em 2021. Apesar de ser contra a renovação do programa, o líder vem concedendo informações sobre sua manutenção. Abaixo, saiba os detalhes.

Manter o auxílio emergencial em circulação no país se tornou o principal desafio de Bolsonaro nas primeiras semanas de 2021. Inicialmente, o presidente já tinha informado não haver a menor possibilidade de continuar concedendo o benefício, mas precisou voltar atrás diante da pressão política.

Sobre a renovação do auxílio emergencial

Para poder dar continuidade ao programa, Bolsonaro deverá deixar todo o seu custo fora do teto de gastos da União, elaborando acordos com o Congresso e a Câmara de modo que a medida seja aceita.

As informações liberadas até o momento garantem que o benefício deverá ser concedido em novas três parcelas, porém com um valor menor que a última de R$ 300. Cada cidadão terá direito a mensalidade de R$ 200, sem possibilidade de redobrar no caso das mães de família solteiras.

No que diz respeito as regras de inclusão, o Ministério da Cidadania ainda deve informar quem poderá fazer parte.

A expectativa é de que segurados do Bolsa Família fiquem de fora da proposta. Além disso, cerca de 50% dos contemplados pelo auxílio em 2020 também não poderão mais ter acesso ao benefício.

Extensão deverá gerar uma despesa de R$ 18 bilhões

No que diz respeito as despesas para o governo, ainda não há exatidão nos números. De acordo com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, é preciso trabalhar o espaço fiscal atualmente reduzido para que o programa se mantenha funcionado.

Ele explicou que a ampliação dos gastos sendo mal elaborada poderá gerar impactos negativos no mercado.

— Nós pensamos que há pouco ou nenhum espaço para mais transferências fiscais sem contrapartidas. É necessário ter certeza de que você está falando para o mercado que você tem a necessidade de gastar um pouco mais, mas está tomando medidas para frear um crescimento de despesas no futuro — disse o gestor.

Na contrapartida, representantes do governo permanecem trabalhando para a aprovação do projeto em 2021.

Muitos defendem que mesmo com os gastos públicos esgotados, a decisão deve ser vista de forma prioritária tendo em vista a permanência da pandemia no país.

Foram apresentadas pesquisas que relevaram que sem o auxílio emergencial o Brasil voltará a declinar absurdamente nos índices de pobreza, extrema pobreza, fome e miséria.

Foi por causa das mensalidades ofertadas em 2020 que parte significativa da população teve poder de compra e venda garantindo a circulação do PIB.

Formato do auxílio em 2021 deve ser definido



Fontes internas do governo relevaram que a extensão do programa ainda não foi totalmente definida. Representantes políticos estão trabalhando em seu texto para definir uma série de informes, como o valor a ser pago, quantidade de parcelas e regras de concessão.

Conforme dito acima, a previsão é de que a mensalidade fique em torno de R$ 200, porém não se descarta a possibilidade de um aumento para R$ 300 ou até mesmo R$ 600.

De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), eleito com o apoio do Planalto, deverão ser estudadas todas as possibilidades de modo que garantam segurança para a população e para o governo.

Formas de pagamento do novo auxílio emergencial

No que diz respeito as formas de pagamento, o ministério da cidadania deve ainda levar em consideração a possibilidade de manter o envio das parcelas pelo Caixa Tem. Desse modo, a população deverá permanecer cadastrada no app, garantindo uma maior rotatividade na poupança nacional.

Os depósitos seguirão o mesmo modelo, sendo primeiro destinado ao Caixa Tem e na sequencia liberado para saque.
Já a organização também pode ser feita em lotes, sendo determinados de acordo com a data de aceite no projeto e mês de nascimento.


Com informações do site:  FDR - EDUARDA ANDRADE