domingo, 6 de dezembro de 2020

Empréstimo para Bolsa Família pode ter crédito de até 1 mil


 


Foto / reprodução


O Governo Federal estuda criar um programa de empréstimo para Bolsa Família. Os beneficiários do programa poderiam solicitar créditos de R$ 500 até R$ 1000. A medida seria mais uma forma de ajudar a classe mais pobre da população durante a pandemia. As informações são do Uol. 

A ideia, segundo o presidente do banco público, Pedro Guimarães, é oferecer o benefício pelo Caixa Tem, que vai se transformar em um banco digital. Por lá, os correntistas poderão solicitar o crédito de até R$ 100. O orçamento do programa é avaliado abaixo dos R$ 2 bilhões, no entanto, ainda não se sabe se esse valor será proveniente de recursos da União ou da Caixa. 

Empréstimo para Bolsa Família 
Durante os estudos da concessão do empréstimo para Bolsa Família, a equipe técnica econômica do Governo teme que o empréstimo se torne um incentivo de consumo imediato, o que não é a proposta do programa. Se isso acontecer, o número de beneficiários inadimplentes poderá ser grande. O empréstimo para Bolsa Família, na verdade, tem a finalidade do uso consciente. “Se todos os beneficiários do Bolsa Família receberem esse crédito automaticamente, sem ter acesso aos cursos de educação financeira e aos conceitos do microcrédito, isso se torna um crédito direto ao consumidor”, disse o ministro da Cidadania, Onyx Lorezoni. 

Além do empréstimo para Bolsa Família, o Ministério já tem outros créditos para beneficiários do programa e inscritos no Cadastro Único. Para ter acesso a eles, porém, é necessário fazer cursos de capacitação, disponibilizados gratuitamente pela própria pasta. Somente depois, os recursos do microcrédito orientado são liberados por meio do programa Progredir.  

No entanto, segundo os técnicos no ministério, a adesão a este tipo de modalidade é baixa. A procura pelos cursos é pouca e os beneficiários do Bolsa Família e inscritos no Cadastro Único não têm incentivo para se capacitar. Consequentemente, as instituições financeiras recebem pouca demanda.


Com informações do site: dci